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A espiritualista Samila do Oriente conta como surgiram seus dons ainda na infância
A espiritualidade, para algumas pessoas, não surge como escolha tardia nem como construção intelectual. Ela se manifesta cedo, de forma espontânea, e passa a influenciar a forma como o indivíduo percebe o mundo, as relações e o próprio sentido de responsabilidade com o outro. É nesse contexto que se insere a história da espiritualista Samila do Oriente.
Desde a infância, por volta dos sete anos de idade, Samila relata ter desenvolvido uma sensibilidade espiritual ampliada, marcada por percepções que iam além do plano material. Segundo ela, essas experiências ocorreram de forma contínua e intuitiva. “Desde muito cedo, percebi que sentia e enxergava além do que era comum para uma criança”, diz.

Foto/ Reprodução: Acervo Pessoal
Natural de Uberaba (MG), Samila teve contato ainda jovem com o Espiritismo Kardecista, onde encontrou referência na obra e no legado de Chico Xavier. Ela explica que esse período foi fundamental para compreender a mediunidade como compromisso ético e responsabilidade. “O Espiritismo me ensinou que mediunidade não é privilégio, é compromisso”, observa.
Com o passar dos anos, sua atuação espiritual se ampliou a partir do contato com a Umbanda e o Candomblé, tradições ligadas à sua ancestralidade. Para ela, esse movimento representou aprofundamento e amadurecimento espiritual. “Não foi uma ruptura, mas um aprofundamento do que já existia”, destaca.
Atualmente, Samila do Oriente atua no acompanhamento espiritual de pessoas e famílias que relatam períodos de fragilidade emocional e desorganização interna. O trabalho é desenvolvido por meio da vidência e do uso das cartas como instrumentos simbólicos de orientação. “Atuo no apoio espiritual de pessoas e famílias que chegam fragilizadas, ajudando na reorganização interna e no fortalecimento dos vínculos”, explica.

Foto/ Reprodução: Acervo Pessoal
Ao longo desse percurso, Samila também passou a atender jovens ligados ao esporte, ainda em fase de formação. Segundo ela, os atendimentos ocorreram quando esses atletas atuavam nas categorias de base e, em um intervalo relativamente curto, passaram a alcançar projeção profissional, reconhecimento público e fama.
“Foram casos em que o trabalho aconteceu em uma fase muito inicial. Em pouco tempo, esses atletas já estavam sendo reconhecidos e vivendo o sucesso”, relata.
Ela ressalta que esse tipo de acompanhamento não substitui talento, esforço pessoal ou decisões institucionais.
“O trabalho espiritual não cria carreira. Ele atua no equilíbrio emocional e na clareza para lidar com oportunidades”, conclui.

Foto/ Reprodução: Acervo Pessoal
Para saber mais siga-a nas redes sociais: @tarologa_samila_do_oriente_
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